Cultura jovem atual é cultura
tecnificada. As formas de se relacionar com as pessoas e o mundo estão
embasadas em aplicativos, redes sociais e jogos online, dentre outras formas de buscar informações e de se
comunicar via tecnologias (celular, smartphone,
iphone, ipad, computador, tablet,
notebook, netbook... e ainda mais quando possui acesso à web.
Podemos constatar alguns prejuízos
na educação quando o jovem vicia em jogos ou passa todo o tempo conectado. Por
outro lado, o jovem se mantém informado e em contato com o mundo, como se a notícia
lá do outro lado do planeta estivesse do seu lado, perceptível.
Na escola, observamos certas
atitudes que talvez não devessem ser radicais, mas de diálogo. Por exemplo, no
caso do aluno que quer assistir à aula com fone de ouvido, escutando as músicas
favoritas. O professor, muitas vezes, intervém proibindo. E em outros momentos,
professores não dão conta de ligar os aparelhos para uma projeção, pedem auxílio
dos alunos, reconhecendo que estes se dão melhor com as tecnologias. Ações
contraditórias no cotidiano que poderiam ser conduzidas com menos rigor, com
mais naturalidade, uma vez que nossos alunos são nativos digitais.
Temos alunos “nerds”, outros “hackers”, outros apenas conhecedores do funcionamento de várias
tecnologias, é a diversidade ou heterogeneidade no dia-a-dia, lado a lado.
Encontramos o assunto
hibridização, convergência, sem a menor dúvida de que estamos inseridos no
mundo da cibercultura, mas não temos talvez a compreensão exata desta grandeza
de opções tecnológicas.
O diálogo entre gerações nem
sempre flui quando se trata de uso de tecnologias. Os imigrantes digitais podem
ser mais resistentes ou ter mais dificuldades de lidar com tecnologias.
Atividade do portfólio 2.2
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