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sábado, 27 de junho de 2015

Cultura jovem atual

Cultura jovem atual é cultura tecnificada. As formas de se relacionar com as pessoas e o mundo estão embasadas em aplicativos, redes sociais e jogos online, dentre outras formas de buscar informações e de se comunicar via tecnologias (celular, smartphone, iphone, ipad, computador, tablet, notebook, netbook... e ainda mais quando possui acesso à web.
Podemos constatar alguns prejuízos na educação quando o jovem vicia em jogos ou passa todo o tempo conectado. Por outro lado, o jovem se mantém informado e em contato com o mundo, como se a notícia lá do outro lado do planeta estivesse do seu lado, perceptível.
Na escola, observamos certas atitudes que talvez não devessem ser radicais, mas de diálogo. Por exemplo, no caso do aluno que quer assistir à aula com fone de ouvido, escutando as músicas favoritas. O professor, muitas vezes, intervém proibindo. E em outros momentos, professores não dão conta de ligar os aparelhos para uma projeção, pedem auxílio dos alunos, reconhecendo que estes se dão melhor com as tecnologias. Ações contraditórias no cotidiano que poderiam ser conduzidas com menos rigor, com mais naturalidade, uma vez que nossos alunos são nativos digitais.
Temos alunos “nerds”, outros “hackers”, outros apenas conhecedores do funcionamento de várias tecnologias, é a diversidade ou heterogeneidade no dia-a-dia, lado a lado.
Encontramos o assunto hibridização, convergência, sem a menor dúvida de que estamos inseridos no mundo da cibercultura, mas não temos talvez a compreensão exata desta grandeza de opções tecnológicas.

O diálogo entre gerações nem sempre flui quando se trata de uso de tecnologias. Os imigrantes digitais podem ser mais resistentes ou ter mais dificuldades de lidar com tecnologias.  

terça-feira, 16 de junho de 2015

Unidade 2: Cultura das redes: mapeamentos fundamentais

  • É possível perceber nitidamente a diferença entre o aluno que dispõe de internet no celular daquele que não tem acesso à internet em seu celular. Celular nem se questiona porque todos têm. Pode faltar caderno, mas não pode faltar celular. O maior castigo é a retirada do celular. O segundo é o corte no plano da internet. Portanto, o jovem viciado em tecnologias parece ser aquele que dispõe de acesso às redes.
  • Refletindo sobre cultura jovem...
  • Os nerds se orgulham de sua postura ativa,  do seu dinamismo solitário, da postura investigativa autônoma, pois eles buscam esclarecer suas dúvidas perguntando ao Google, pesquisando. Os nerds costumam rejeitar o contexto escolar onde há presença de ensino tradicional, por ser pacato (o professor fala e escreve no quadro, enquanto o aluno escuta e copia).

Atividade 1.5

Questões para reflexão:
  • Qual a sua postura frente ao erro?
  • - Simplesmente encaro como "é errando que se aprende". O erro é benéfico, nos encaminha para o acerto.
  • Como você age frente aos erros e equívocos dos seus alunos? Você concorda que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?
  • - Também de maneira natural, mostrando o motivo do erro, se descuido ou desconhecimento do assunto. Claro que o erro faz parte do processo de aprendizagem. 
  • E perante aos seus equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos trazem informações que descortinam aspectos conflitantes com o que você trabalhou com a turma?
  • - Fácil, é só pedir aos alunos que busquem a resposta, para que eles participem e colaborem com a construção de conhecimentos. Deixo sempre claro que não sei tudo, aliás, que sei o suficiente para estar na função de professora. Há controvérsias em certos assuntos gramaticais, por exemplo. Se os alunos não comentam, eu mesma falo que o autor tal traz diferente, ele entende de outra maneira o mesmo assunto. Acontece várias vezes no estudo da nossa língua materna.
  • Reflexões estão no Diário.

Atividade no Fórum

Por que os jovens parecem estar cada vez mais “rebeldes” e agressivos no contexto escolar? Por que abordagens tradicionais (onde o professor possui o papel de detentor do conhecimento e de transmissor) são cada vez mais criticadas e rechaçadas?


Resposta enviada ao fórum: Os jovens não parecem estar cada vez mais “rebeldes” e agressivos no contexto escolar, eles realmente estão. Quantos dias tivemos até a brigada frequentando a escola por motivo de brigas entre alunos! Este ano está bem difícil de lidar com os alunos do Ensino Médio, principalmente. Nas séries iniciais, temos situações pontuais de alunos surtando por esquecerem o medicamento. No Ensino Fundamental II, já é um pouco diferente. Os alunos respondem com agressividade, chegando a situações bem ridículas do tipo: "Por que tá me olhando?". Não acredito que a situação político-social seja a culpada da rebeldia dos jovens hoje. Pelo contrário, penso que a rebeldia vem de casa, da falta de estrutura familiar e de brigas domésticas, isto porque toda vez que um aluno é muito agressivo e é encaminhado à orientação, sempre está com um problema em casa e, geralmente, sem solução. Pai preso, separações, tios chatos que vivem junto, ou mesmo a falta de alguém amigo para conversar dentro da família, são os relatos mais frequentes. Portanto, não é o mundo lá fora que gera essa agressividade e sim a situação-problema vivenciada em casa.Pensando na sala de aula, na forma de conduzir a aula, nas metodologias aplicadas, o professor já reconheceu a necessidade de mudanças agregando tecnologias, porém ainda não conseguiu se desvincular totalmente do papel de transmissor de conhecimentos. Tudo que lhe é perguntado quer responder, deixando o aluno passivo. No entanto, se colocasse o aluno para buscar a resposta à sua própria dúvida em projeto de pesquisa, teria um aluno mais interessado e engajado talvez. A abordagem tradicional cansa, irrita o aluno, pois é muito pacata, bem diferente de sua vida real. Mas não vejo aí a chave da rebeldia. É só um ponto possível de causar irritação, agressividade, rebeldia.

Interação com colega: Verdade, nossos alunos estão tuitando e retuitando sobre os mais diversos acontecimentos e assuntos. A realidade virtual está misturada com a realidade deles. 
A humildade do professor em ser aprendiz junto com a turma de alunos é importante no novo jogo do ensinar e aprender,foi-se o tempo em que o professor trazia o conhecimento. Certamente o google traz bem mais. Cai melhor o papel de tutor/monitor ao professor atual. Se a interação acaba com a rebeldia já não sei, mas que é uma forma de envolver mais os alunos nas atividades, isto é.

Atividade 1.4

* Na sua opinião, de que forma mídias como televisão, jogos e Internet, modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens da atualidade?  • Quais as implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores (pais, educadores)? • Como você percebe que essas mudanças estão a impactar o cotidiano das nossas escolas?

Resposta no Fórum do e-proinfo: O preparo das aulas ficou mais consistente com as novas mídias. A televisão e os vídeos já haviam sido uma abertura nas possibilidades de aprendizagem visual. Há muito material em circulação. Com os objetos de aprendizagem e os jogos educativos a aprendizagem ficou mais lúdica - "aprender brincando". As aulas tornaram-se mais dinâmicas. Foi um ganho para a educação, pois aproxima a sala de aula, a escola, da realidade do aluno (externa da escola). Mais ainda, a internet com acesso à informação em massa trouxe a possibilidade de pesquisar tudo e todos.As influências das mídias talvez tenham deixado os jovens mais preguiçosos por encontrar tudo mais facilmente, ou por outro lado, pelo contrário, a rapidez nas informações e comunicação tornou a juventude acelerada, sem paciência para esperar. Parece-me que os jovens sofrem de ansiedade por cliques, querem fotos, curtidas, "tuites e retuites", watsapp... No aspecto físico, ficaram mais parados, porém a mente está acelerada, impactando as relações sociais, familiares e escolares. O filho parece mais esperto que o pai. O aluno mais esperto que o professor. É a nova geração pedindo passagem!
Não vejo nada de ruim em ser nerd. Tem até música que diz que "o nerd de hoje é o marido bom de amanhã". 
Nos meus escritos da dissertação de mestrado coloco: "A sociedade atual convive com a cibercultura, pois estamos inseridos em um mundo cibernético. A escola não fica de fora, ela é uma instituição que faz parte da sociedade, portanto também está inserida no mundo tecnológico. É relevante que, no contexto escolar, saibamos aproveitar e explorar os recursos tecnológicos, especialmente na relação ensino-aprendizagem, para o bem da educação."
"Vivemos em tempos de Cibercultura (LÉVY, 1999), onde o ciberespaço acompanha e acelera o processo de virtualização da sociedade, vivemos inseridos no mundo digital."

Atividade 1.3

Unidade 1: Cultura midiática e escola Atividade

1.3 - Relação Homem-técnica 

Sugerimos um foco especial aos processos de inteligência e aprendizagem. Busque identificar exemplos de comparação de tecnologias na realização de ações/trabalhos cotidianos e compare as influências/mudanças. Tente analisar diferentes estratégias e formas de raciocínio e a relação com as tecnologias de suporte.

Resposta: Ao falarmos em tecnologias logo pensamos no computador e, claro, com acesso à internet. Acredito que seja porque é nele que encontramos maior gama de informações e possibilidades de comunicação virtual. Mas, na verdade, as tecnologias relacionadas às máquinas-robôs que atuam na saúde, na tecnologia dos carros, são talvez até mais importantes à sociedade. 
Analisando nosso cotidiano, uma ida ao supermercado, por exemplo. Os cálculos que fazemos em calculadora (presente no celular) para ter ideia do que estamos gastando ainda antes de passarmos no caixa...já estamos utilizando tecnologia. E se usarmos o leitor disponível nas gôndolas para saber o preço dos produtos. Depois, no caixa...um computador aceita nosso cartão e registra os gastos, descontando em nossa conta. Imaginem se tivéssemos que esperar o atendente somar os valores das compras em papel? Loucura!
Na escola, o professor de Matemática talvez ainda utilize a máquina calculadora, mas é possível que os mais jovens utilizem seus tablets, notebooks, celulares...
Na relação homem-técnica, temos muitos casos onde a tecnologia é fundamental na ação do sujeito. E, no caso do conflito de gerações, é gritante a diferença no uso.
Na situação-problema 3 desta atividade, questionamos a forma de pesquisar do nosso tempo de escola com o hoje. Quando fui aluna não havia computador nem internet, íamos à biblioteca e copiávamos os conceitos e informações dos livros. Hoje nossos alunos jogam o tema ano Google, abrem o primeiro site indicado, utilizam o copy/paste do material encontrado na web,relacionado ao tema buscado, jogam em um editor de texto e pronto! Pesquisa concluída, sem referências ao site nem a autores. Quase sempre é assim. Por isso, em conversa com colegas, aplicamos um estudo ano passado com turmas de alunos. Isto é assunto de minha dissertação de mestrado. O projeto da dissertação está em http://cms.apropriacao-da-webgrafia.webnode.com/sobre-nos/.

Fórum: Penso que a mudança do quadro e giz para uma projeção por slides, por exemplo, é benéfica ao processo de ensino-aprendizagem. 
As experiências cognitivas dos alunos também migraram para a tecnologia. Hoje eles calculam via calculadora do celular e buscam respostas via google... os mais antigos calculavam com papel e lápis, utilizando seu raciocínio matemático, e pesquisavam em livros nas bibliotecas. Hoje, surgindo uma dúvida, basta acessar a web no celular, tablet ou notebook... muito mais simples!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Atividade 1.2 - Ingresso na Comunidade Virtual

Atividade 1.2 - Ingresso na Comunidade Virtual Redes de Aprendizagem no e-proinfo.
Em EaD-Fiocruz:  http://www.ead.fiocruz.br/sobre-o-ead/comunidade-virtual-de-aprendizagem/
"A comunidade virtual de aprendizagem é um espaço de interação de pessoas com os mesmos interesses, que utilizam novas tecnologias de comunicação para criar espaços de aprendizagem, geralmente por meio de fórum, chat, lista de discussão, site, biblioteca virtual."

Atividade 1.1 - Cultura midiática e escola

Atividade 1.1
Descrição:Unidade 1: Cultura midiática e escola Atividade 1.1 A imagem da escola Você já parou para observar como a escola é retratada? Quais imagens costumam representar a “ideia” de escola? Momento 1:Realizem a primeira etapa da atividade individualmente ou em pequenos grupos: Acessem uma ferramenta de busca na web; Selecionem a opção de busca por imagens (opção normalmente apresentada em menu no topo da página) e pesquisar imagens usando palavras-chave relativas ao processo educativo: aula, professor, escola. Em seguida, no grande grupo, compartilhem as descobertas e analisem os principais resultados obtidos: Quais mensagens essas imagens transmitem acerca do papel do professor e do estudante? Qual a proporção de imagens que apresentam uma cena tradicional de professor transmitindo informações? Qual a proporção de imagens onde o aluno tem um papel passivo de apenas ouvir, copiar, exercitar? Momento 2: Agora sugerimos que você tire fotos dos vários espaços da sua escola em um dia qualquer. Em que medida as cenas colhidas são similares às que você obteve nas suas pesquisas na web? Sintetize suas reflexões (no formato que desejar) em um documento ou apresentação e compartilhe no ambiente e-ProInfo.

Curso: Redes de Aprendizagem

Atividade 1 – Cultura midiática e escola

1.1 – A imagem da escola

A ideia é procurar por imagens na web,analisá-las para, posteriormente, confrontar com fotos da nossa escola. A reflexão pode dar bons frutos. É uma boa maneira de observar como a cultura midiática vê os ambientes escolares. Será que são idênticos aos de nossa escola? É muito interessante observar como a escola é representada, como é retratada, qual a imagem que predomina.

As palavras pesquisadas por mim foram: escola, professor, aluno e sala de aula. Procurei ficar com as imagens, relativas a tais palavras, que apareciam logo no início da primeira página. Foram escolhidas 5 imagens para cada elemento, exceto para sala de aula, pois encontramos as salas com alunos trabalhando com quadro e expondo (falando) bem como outras com uso de tecnologias, sonho de muitos professores.

As imagens referentes à escola, na web, remetem a um local de muita alegria, ambiente de amizades com pessoas diferentes, sempre com sol, com brinquedo no pátio, onde todos vão para serem felizes.

            Podemos dizer que as imagens encontradas mostram alegria na ida à escola, com o ambiente escolar, mas nem todos os alunos estão aprendendo ou concentrados na aprendizagem. Em sua maioria, as imagens de alunos demonstram alegria. Já, os professores estão com aspecto envelhecido ou demonstrando dedicação a alunos. E as salas de aula... estas revelam a autoridade do professor. Ele está geralmente com a postura superior, na frente dos alunos, às vezes, apontando para chamar ainda mais a atenção. A disposição das classes é quase sempre com as classes em fileiras, bem retinhas, as crianças sentadas sozinhas. Parece que a palavra está sempre com o professor. E quando a sala é informatizada, não muda praticamente nada, a não ser que há uma projeção para os alunos olharem, além da figura do professor. O professor transmitindo e os alunos ouvindo é a imagem mais frequente na web.

            Em um segundo momento foram coletadas imagens da escola para observarmos se ocorrem situações similares. Felizmente, observei diferenças, não tão somente semelhanças.


As fotos da escola me permitiram observar mais atentamente os espaços escolares. Limpos, lindos, organizados, uma beleza!

Os professores da escola em momentos diversos: 1) O colega sentado em sua mesa, “a mesa do professor”. 2) A professora de Matemática explicando área com caixinhas. 3) A professora auxiliando o aluno em sua classe: atendimento individual. 4) A outra colega acompanhando os alunos em aula no Laboratório de Informática. 5) E a professora Lucila com as crianças no Laboratório de Ciências.

 As imagens dos alunos em sala de aula (trabalho em duplas), na pracinha (crianças do currículo), no ginásio de esportes, na cantina (hora do recreio), na biblioteca, no saguão (assistindo à palestra) e na quadra. Sempre felizes, descontraidamente, conversando ou escutando, o que me permite afirmar que a escola consegue proporcionar momentos de aprendizagem significativa e prazerosa.

A sala de aula em nossa escola sofre alterações conforme o propósito da aula ou o plano de aula, seja na sala ou no Laboratório de Informática, onde acontecem aulas sob agendamento, tamanha a procura. Na primeira foto, estavam em aula de Artes. A segunda foto mostra os alunos apresentando trabalhos de Literatura. Na terceira, a disposição de classes mais frequente e tradicional. A quarta foto já consta no item anterior, porém o fato de ser uma situação diferente em sala de aula, eu repeti. Trata-se de uma aula com trabalho em duplas. E as 2 últimas fotos no Laboratório de Informática, na primeira, pesquisando; e, na segunda, desenhando, com apoio de aplicativos.
As imagens das salas de aula foram as que me deixaram bastante feliz, pois diferem do modelo clássico. A disposição das classes me surpreendeu: em retângulo, com grandes grupos trabalhando; em duplas; assistindo ao colega que apresenta trabalho; com interações no laboratório; e, não poderia faltar, a tradicional, com alunos sentadinhos enfileirados.
Além destas imagens, apesar de não ter fotografado, eu já fiz aula com as cadeiras em círculo para debater temas para posterior dissertação. Importa mesmo é que meus colegas proporcionam aulas diferenciadas. Eles não seguem sempre expondo conteúdos para alunos sentadinhos enfileirados nem buscam ser o centro das atenções. Pelo contrário, professores e alunos interagem, os professores propõem atividades práticas, as turmas utilizam espaços diferenciados em laboratórios, tudo para construir conhecimentos e promover a aprendizagem.


Construção de Fanzine

Aproveitando minha paixão por tecnologias, resolvi optar pela comunicação em tempos cibernéticos como tema de meu fanzine.
Vejam como ficou: