Capa

Capa

sábado, 27 de junho de 2015

Cultura jovem atual

Cultura jovem atual é cultura tecnificada. As formas de se relacionar com as pessoas e o mundo estão embasadas em aplicativos, redes sociais e jogos online, dentre outras formas de buscar informações e de se comunicar via tecnologias (celular, smartphone, iphone, ipad, computador, tablet, notebook, netbook... e ainda mais quando possui acesso à web.
Podemos constatar alguns prejuízos na educação quando o jovem vicia em jogos ou passa todo o tempo conectado. Por outro lado, o jovem se mantém informado e em contato com o mundo, como se a notícia lá do outro lado do planeta estivesse do seu lado, perceptível.
Na escola, observamos certas atitudes que talvez não devessem ser radicais, mas de diálogo. Por exemplo, no caso do aluno que quer assistir à aula com fone de ouvido, escutando as músicas favoritas. O professor, muitas vezes, intervém proibindo. E em outros momentos, professores não dão conta de ligar os aparelhos para uma projeção, pedem auxílio dos alunos, reconhecendo que estes se dão melhor com as tecnologias. Ações contraditórias no cotidiano que poderiam ser conduzidas com menos rigor, com mais naturalidade, uma vez que nossos alunos são nativos digitais.
Temos alunos “nerds”, outros “hackers”, outros apenas conhecedores do funcionamento de várias tecnologias, é a diversidade ou heterogeneidade no dia-a-dia, lado a lado.
Encontramos o assunto hibridização, convergência, sem a menor dúvida de que estamos inseridos no mundo da cibercultura, mas não temos talvez a compreensão exata desta grandeza de opções tecnológicas.

O diálogo entre gerações nem sempre flui quando se trata de uso de tecnologias. Os imigrantes digitais podem ser mais resistentes ou ter mais dificuldades de lidar com tecnologias.  

Um comentário: